Portuguese newspaper “Correio da Manha” published an article on Marco Semiao and DRH on March 12, 2008.
Newspaper says the info was given by e-mail.
O português Marco Semião, que se encontra a trabalhar na Noruega a desempenhar funções para as quais não foi contratado, regressa nos próximos dias. O jovem viajou para Hornsjo em Fevereiro para estagiar como voluntário nos projectos da organização não governamental Den Reisende Hogskole (DRH) Norway em África, mas acabou por trabalhar 12 horas diárias num hotel a limpar quartos e a lavar pratos.
Enganado pela organização, fez denúncia ao CM. “Os coordenadores do projecto souberam da minha denúncia e compraram um bilhete de avião Oslo-Londres-Porto, querem ver-se livres de mim”, relatou Marco por email.
O português promete apresentar provas da ilegalidade das actividades da DRH. Segundo afirma, a organização utiliza os voluntários que recruta em Portugal como mão-de-obra gratuita.
A Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais de Cooperação para o Desenvolvimento (ONGD) confirma a existência de processos judiciais contra a DRH. “Os problemas ligados a esta organização são muito conhecidos em Portugal, declarou Sophie Robin, directora da Plataforma.
Translation:
Portuguese citizen Marco Semiao who is doing in Norway work he was not supposed to do (according to contract) will be back soon. The youngster travelled to Hornsjo in February as a volunteer for NGO Den Reisende Hogskole (DRH) Norway in Africa, but at the end he was working 12 hours a day in a hotel – cleaning rooms and washing plates. He was misleaded by the NGOP and denounced it to Correio da Manha. “The masters of the project knew about my complaint and bought me a ticket Oslo-London-Porto, they want to get rid of me”, told Marco by e-mail.
The Portuguese promesses to present proofs of DRH illegal activities. According to him the NGo uses volunteers recruited in Portugal as free workers.
The Portuguese Platform for NGOD (NGO’s for cooperation and develop.) confirms the existence of judiciary cases against DRH. “Problems concerning this NGO are well known in Portugal”, said Sophie Robin, director of the Platform.